Máscaras
Rosa era uma mulher brincalhona, porém muito, muito tímida.
Desde pequena, adorava joaninhas.
Fez parte de um grupo de escritas pela internet e ali se relacionava muito bem com amigas e amigos, autores também de textos.
Sentia-se solta, brincava com todos em seus textos, era divertido fazer parte do grupo.
Após um tempo, houve uma convocação para que se reunissem em um grande encontro e esse, ocorreria justamente na cidade dela.
Confirmou presença, fez lembrancinhas para cada dos participantes, estava bem animada.
Claro que preparou uma surpresa...
O encontro foi marcado para dias antes do carnaval,ela então, simplesmente apareceria com a máscara de joaninha, como lhe chamavam todos.
No dia marcado, cheia de animação, mas com muita timidez, desceu do táxi e colocou sua máscara. De longe, observava os participantes chegando um a um.Assim, poderia ter uma ideia...Sentiria-se mal com todos "cara a cara"?
Observava e imaginava que se achasse o grupo com pessoas muito "metidas", sairia de fininho, iria embora simplesmente...
Ficou observando sozinha até que resolveu passar por um grupinho.
Não conhecia os rostos de ninguém pois a internet engana. Eis que, de repente, ouve uma pessoa perguntar:
_Mas a joaninha, não deveria já estar aqui?
Nessa hora, viu que tinha que , mesmo com a máscara, deixar de lado a timidez e se aproximar do grupo. Podia estar tranquila, estaria entre amigos!
Foi um encontro muito divertido e não ficou só naquele. Dia seguinte até o marido dela acompanhou e fez amizades também.
Muito divertido e a máscara que todos gostaram de ver,motivo de risadas, pode ser guardada.
A timidez foi vencida e conversas ocorreram maravilhosamente!
O encontro passou, o grupo cada um foi apara suas cidades, mas as boa lembranças daquele dia mascarado ficam aé hoje,rs..
A amizade no coração ainda existe, sem máscaras!
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Lindo fevereiro e vivamos sem máscaras, pois elas SEMPRE caem!
beijos, chica


Hola, Chica.
ResponderExcluirA veces, la máscara puede ser un buen comienzo, pero, como en tu cuento, es necesario deshacerse de ella para mostrarnos como somos. Solo los que nos aceptan así son los verdaderos amigos.
Muchas gracias por participar en el VadeReto con tu cuento. Muy emocional y con una gran reflexión.
Abrazo Grande.