Aqui minha participação para o DESAFIO DE OUTUBRO lá do blog da Rebeca
Tarefa:
- Lembre-se desta palavra: prisioneiro , porque você desenvolverá sua história em torno dela.
- Essa palavra só pode aparecer uma vez em toda a história . Se ela aparecer no tÃtulo, não conta como duas vezes, mas sim como uma vez.
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Elos do passado...
Sua esposa Denise, havia falecido há alguns anos e solitário, ainda não havia aceito bem essa situação .
A cada vez que de uma mulher se aproximava, havia as primeiras conversas rápidas, até alegres, porém quando queria aprofundar mais e a conhecer melhor, sentia a presença de Denise e tudo desandava.
A cada elo que pretendia unir, outros tantos pareciam quebrar-se.
Isso o deixava angustiado e temeroso de nova parceira ou até mesmo nova amizade travar.
Com a esposa, tivera uma vida maravilhosa, o que o fazia imaginar não mais poder repetir igual.
Mesmo assim ,não pretendia ficar sozinho. Sentia-se triste, abatido e depressivo...
Certo dia, por indicação de alguém no seu trabalho, leu um livro sobre espÃritos opressores.
Leu com toda atenção, pensou que talvez Denise não estivesse ainda bem espiritualmente falando e passou a rezar muito, cada vez mais pela alma dela.
O tempo foi passando e certa noite sonhou que ela, bem feliz, lhe apresentava uma pessoa e desejava que fosse feliz com ela.
Lógico que não foi exatamente aquela a quem fora apresentado em sonho, mas finalmente Rodrigo, deixou de ser prisioneiro, reencontrou a felicidade com outra mulher e agora,sabe que também Denise, onde estiver, encontra-se bem!
beijos, chica
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Belo conto, Cara Chica.
ResponderExcluirFeito com bom gosto e muita lógica.
Beijinhos
Olinda
Un prisionero de amor, incluso cuando su mujer ya lleva fallecida un tiempo. Un privilegio haber conocido la historia de Rodrigo.
ResponderExcluirMuchas gracias por acompañarme un mes más en mi querido #Fuegoenlaspalabras.
Un abrazo enorme.
Me ha gustado mucho tu texto, porque refleja lo que es sentirse prisionero del paso y del amor compartido durante años. Muy bonito y un final feliz.
ResponderExcluirUn besote, chica.
A touching story about love, loss, and learning to let go. I especially liked the hopeful ending and the message that happiness can return when we find peace with the past. Arohanui
ResponderExcluirMuitas são as vezes que nos sentimos prisioneir@s, porém, esse sentimento nos priva da vera liberdade no meio que nos rodeia.
ResponderExcluirBelo trabalho/texto.
Beijo,
SOL da Esteva
Un relato profundo y lleno de esperanza que nos recuerda que el verdadero amor también sabe desear la felicidad del otro.
ResponderExcluirUn abrazo, Chica.
Amiga Chica, boa noite de sábado!
ResponderExcluirQuando nos salvamos das prisões, começamos a viver bem melhor.
História muito interessante. Acontece muito.
Dizem que viúvo é quem morre...
A fila anda mesmo no mundo atual e tão depressa que da medo, nem da tempo de digerir o luto que leva um tempinho bom..
Tenha um final de semana abençoado!
Beijinhos fraternos
A condição de uma pessoa se sentir prisioneira seja do que for é angustiante...
ResponderExcluirGostei do texto.
Beijinho e bons sonhos :)
A doença mantém o paciente prisioneiro. A falta de afeto também adoece o ser. A sÃndrome do encarceramento é uma condição neurológica rara que paralisa quase todo o corpo, mantendo a consciência plenamente intacta; no entanto, a prisão de que falo não é a do corpo, mas a da alma.
ResponderExcluirSaúde a você — Drª. Jéssica Mayra