quinta-feira, 1 de outubro de 2026

...Desafio de Outubro...

      


 Aqui minha participação para o DESAFIO DE OUTUBRO  lá do blog da Rebeca

Tarefa:

  • Lembre-se desta palavra: prisioneiro , porque você desenvolverá sua história em torno dela. 
  • Essa palavra só pode aparecer uma vez em toda a história . Se ela aparecer no título, não conta como duas vezes, mas sim como uma vez.
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Elos do passado...

Rodrigo, apesar de uma vida normal levar, vivia angustiado.

Sua esposa Denise, havia falecido há alguns anos e solitário, ainda não havia aceito bem essa situação .

A cada vez que de uma mulher se aproximava, havia as primeiras conversas rápidas, até alegres, porém quando queria aprofundar mais e a conhecer melhor, sentia a presença de Denise e tudo desandava.
 
A cada elo que pretendia unir, outros tantos pareciam quebrar-se.

Isso o deixava angustiado e temeroso de nova parceira ou até mesmo nova amizade travar.  

Com a esposa, tivera uma vida maravilhosa, o que o fazia imaginar não mais poder  repetir igual.

Mesmo assim ,não pretendia ficar sozinho. Sentia-se triste, abatido e depressivo...

Certo dia, por indicação de alguém no seu trabalho, leu um livro sobre espíritos opressores.

Leu com toda atenção, pensou que talvez Denise não estivesse ainda bem espiritualmente falando e passou a rezar muito, cada vez mais pela alma dela.

O tempo foi passando e certa noite sonhou que ela, bem feliz,  lhe apresentava uma pessoa e desejava que fosse feliz com ela.

Lógico que não foi exatamente aquela a quem fora apresentado em sonho, mas finalmente Rodrigo, deixou de ser prisioneiro, reencontrou a felicidade com outra mulher e agora,sabe que também Denise, onde estiver, encontra-se bem! 


beijos, chica

9 comentários:

  1. Belo conto, Cara Chica.
    Feito com bom gosto e muita lógica.
    Beijinhos
    Olinda

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  2. Un prisionero de amor, incluso cuando su mujer ya lleva fallecida un tiempo. Un privilegio haber conocido la historia de Rodrigo.

    Muchas gracias por acompañarme un mes más en mi querido #Fuegoenlaspalabras.

    Un abrazo enorme.

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  3. Me ha gustado mucho tu texto, porque refleja lo que es sentirse prisionero del paso y del amor compartido durante años. Muy bonito y un final feliz.
    Un besote, chica.

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  4. A touching story about love, loss, and learning to let go. I especially liked the hopeful ending and the message that happiness can return when we find peace with the past. Arohanui

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  5. Muitas são as vezes que nos sentimos prisioneir@s, porém, esse sentimento nos priva da vera liberdade no meio que nos rodeia.
    Belo trabalho/texto.

    Beijo,
    SOL da Esteva

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  6. Un relato profundo y lleno de esperanza que nos recuerda que el verdadero amor también sabe desear la felicidad del otro.
    Un abrazo, Chica.

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  7. Amiga Chica, boa noite de sábado!
    Quando nos salvamos das prisões, começamos a viver bem melhor.
    História muito interessante. Acontece muito.
    Dizem que viúvo é quem morre...
    A fila anda mesmo no mundo atual e tão depressa que da medo, nem da tempo de digerir o luto que leva um tempinho bom..
    Tenha um final de semana abençoado!
    Beijinhos fraternos

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  8. A condição de uma pessoa se sentir prisioneira seja do que for é angustiante...

    Gostei do texto.

    Beijinho e bons sonhos :)

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  9. A doença mantém o paciente prisioneiro. A falta de afeto também adoece o ser. A síndrome do encarceramento é uma condição neurológica rara que paralisa quase todo o corpo, mantendo a consciência plenamente intacta; no entanto, a prisão de que falo não é a do corpo, mas a da alma.
    Saúde a você — Drª. Jéssica Mayra

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