Aqui minha participação para o DESAFIO DE JUNHO lá do blog da Rebeca
Tarefa:
Sua história (seja um poema ou um conto) deve ser enquadrada no campo educacional .Você não pode usar a palavra: classe .
Incorpore pelo menos uma destas palavras no seu texto: medalhão , gárgula .
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E por onde passava, detinha-se, enquanto a melhor amiguinha no ônibus não entrava, a olhar detalhes do caminho e construções.
Algumas esculturas até a apavoravam, mas mesmo assim de tão intrigantes eram, a cada dia ela novamente olhava e pensava por qual motivo tantos monstros colocavam nas edificações e fachadas igrejas e prédios?
Seriam para assustar?
Quando chegava ao colégio, entre tantos bons papos com coleguinhas e tarefas a fazer e do quadro copiar, acabava por esquecer de para professora sobre aquilo perguntar.
Assim passavam os dias ,até que. em tempos em que não havia a facilidade do celular e google, resoloveu na biblioteca do colégio pesquisar .
Descobriu então que aquilo eram gárgulas.
Ficou encantada eom a diversidade delas nos mais variados lugares do mundo.
Espanha
França
Itália
Assim, descobriu que as gárgulas são estátuas com face ou figura de animal projetada a partir da caleira (um item de proteção para as mãos ou umsistema de captação de água da chuva), em especial de edifícios góticos.
Elas podem ser encontradas em muitas igrejas e prédios.
Mesmo possuindo imagens que pareçam grotescas, a palavra gárgula abrange todo tipo de imagem.
Elas são esculpidas como monges, já outras combinam animais de forma real ou até mesmo pessoas.
Muitas delas carregam um perfil cômico ou mesmo assustador outras, espiritual.
Essa gostou muito do trabalho de pesquisa e no final daquele mês, Lucélia recebeu uma medalha contemplando o esforço e iniciativa.
Os anos se passaram ,ela ainda guarda com carinho a honra recebida e agora arquiteta de sucesso na sua cidade, pensa em como a vocação chegou para ela desde pequena. Valeu!
beijos, chica
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Qué bueno tu relato,además lo acompañaste unas muy interesantes esculturas.
ResponderExcluirAlgunas dan un poco de yuyu jjjj
Esa pequeña el fijarse en ellas,le llevo a convertirse en u a maravillosa arquitecta
Besos 😘 y abrazos.
Também gosto muito de olhar as gárgulas lá no alto e capturá-las em fotos.
ResponderExcluirA Lucélia mereceu bem a medalha pela sua iniciativa, nem todos olham para cima, para admirar as esculturas que lá se encontram.
Beijinhos
Olá, amiga chica!
ResponderExcluirExcelente participação neste desafio da Rebeca. Criaste uma belíssima história sobre a Lucélia, onde as gárgulas tem o principal protagonismo. Gostei bastante. Parabéns!
Beijinhos e bom fim de semana!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
As gárgulas são assustadoras! Belo desafio! 👏👏👏😘
ResponderExcluirPost muito educativo, Chica.
ResponderExcluirBeijo,
SOL da Esteva
Una lectura fantástica y muy inspiradora. Has integrado las gárgolas y el ámbito educativo con una naturalidad asombrosa, recordándonos que la verdadera educación empieza siempre con una mirada curiosa hacia los detalles del mundo.
ResponderExcluirUn abrazo, Chica.
Muito bem apanhado, Chica! E que excelente trabalho de pesquisa.
ResponderExcluirO meu marido tem o fascínio por gárgulas. Fotografa sempre.
Beijinho
Olá, Chica
ResponderExcluirUm texto muito completo e que eu adorei.
Sempre admirei essas estátuas que fazem
parte desses edifícios.
Boa semana.
Beijinhos
Olinda
Hi Chica You cleverly have woven these words in your story and I didn't know about gargoyles Very interesting Arohanui ❤️
ResponderExcluirUm passeio na estrada mágica de Chica! Abraço
ResponderExcluirI wonder what's in the mind of the artist who made the horned animal statue?
ResponderExcluirMe han encantado las fotos de las gárgolas que has incluido con el relato. ¿De dónde es la primera que has puesto, por curiosidad? Me parece graciosísima y muy actual. Me recuerda a magos (estilo universo de Harry Potter) y grandes bibliotecas.
ResponderExcluirY la gárgola que se chupa el pie, es de lo más divertida también.
En cuanto a tu relato me gusta que cuentes a través de la protagonista su propia vida desde niña hasta adulta y una arquitecta de renombre.
Por cierto, supongo que será cosa de la traducción, pero un par de momentos en que el relato cambia de persona al narrarse y eso me ha descolocado un poco.
Millones de gracias por acompañarme en #Fuegoenlaspalabras.